Marco Scarassatti

28.07.2017

 

Artista sonoro, improvisador e compositor, desenvolve pesquisa e construção de esculturas, instalações e emblemas sonoros.

 

Colaborou com Livio Tragtenberg, durante o festival Brasil em Cena, a Berliner Strasse Orchestre, para a montagem de uma orquestra formada por  músicos que tocam nas ruas de Berlim e coordenou a OMNIKESTRA, orquestra de instrumentos inventados formada em 2015 e que teve a participação de Tom Zé (Sesc Vila Mariana, 2015).

Participou com peças musicais e performances dos seguintes festivais:ISIM Conference (EUA, 2007), 3ª Bienal Patagônica (2007),  Encuentro de Arte Sonoro Tsonami (Chile, 2007) Buenos Aires 2009 e 2011, Festival Zeppelin 2008 (Espanha). Tocou e deu masterclasses também na Universidade de Valparaíso – Chile (2010) e em Buenos Aires, durante o Tsonami 2011.Além de ter participado por duas edições do Encontro de Música Improvisada de Atouguia da Baleia, o MIA (2013 e 2014), em Portugal.

 

Como improvisador já tocou com os músicos Chefa Alonso, Tomomi Adachi, Mazen Kerbaj, Chico Mello, Silvia Ocugne, Livio Tragtenberg, Carlos Zingaro, Ernesto Rodrigues, Gloria Damijan, Abdul Moimeme, Eduardo Chagas, João Pedro Viegas, entre outros.

 

Criou e participou dos grupos Stracs de Harampálaga, que se dedicava a intervenções sonoras em espaços públicos, Olhocaligari, de poesia e música experimental e o grupo Sonax, com o qual realiza trabalhos até hoje. Com este grupo gravou, pelo selo europeu Creative Sources Records o cd Sonax, ao lado de Nelson Pinton e Marcelo Bomfim.

 

Curador da exposição Paisagens Plásticas e Sonoras (2005) e do I Encontro de Música Improvisada, realizado na Unicamp em Dezembro de 2007 e idealizador do Encontro de Costas, com músicos experimentais portugueses e brasieiros.

Compôs a música para o filme Pirapora, de Charles Bicalho, ganhador do Prêmio Melhor Curta-Metragem Experimental, no The Americas Film Festival NY, em 2014.

Em 2013 participou com a instalação sonora rio na exposição Escavar o Futuro, no Palácio das Artes, Belo Horizonte.

Em 2014 lançou o CD Novelo Elétrico, pelo selo europeu Creative Sources Records e em 2015, o CD Rios Enclausurados pelo selo Seminal Records, que foi selecionado para ser executado em mais de 24 países pelo projeto Radia.

Participa da faixa Raru e Karo Sakaibo, do CD Violinha Contadeira, do músico Paulo Freire.

 

Em outubro de 2015 lançou o CD RUMOR com os músicos portugueses Abdul Moimeme, Eduardo Chagas e com a pianista austríaca Gloria Damijan.

Ainda em 2015, teve sua obra Memory of the Fire comissionada e difundida pelo radio Kunstradio de Viena. Ainda neste ano sua música Pero..Caminha... integrou a coletânea de música experimental brasileira Hi Brazil vol. 8.

Em 2016 lançou do CD Amoa hi, ao lado dos músicos portugueses Ernesto Rodrigues, Nuno Torres e Guilherme Rodrigues.

 

Em 2017 lançou o CD Casa Acústica, fragmentos de um improviso-diário.

Com o trabalho Novelo Elétrico, participou dos festivais Nova Frequências (Rio de Janeiro,2015), Sôm (BH,2016), Integraciones (Lima, 2016) e do Festival Tonlagen (Dresden, 2016), onde foi também artista comissionado para criar uma instalação sonora para a frente do teatro Hellerau. (Orixás Sonoros).

 

Participou do Festival MaerzMusik em Berlim, como consultor curatorial e abriu a conferência Re-thinking Smetak, com a palestra Itinerário da Caossonância.

No final de 2016 foi contemplado pelo programa Ibermúsica com um prêmio e encomenda para compor para o grupo chileno CEMLA, tendo composto em 2017, durante residência artística no Chile, a música 4 Crónicas acerca de la ciudad y la ancestralidad: Belo Horizonte, San Pedro de Atacama, Valparaíso”.

Em 2017 participou da Documenta 14 (documenta de kassel – radio), com as obras Rios enclausurados e Magnum Chaos.

 

É professor da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG,  autor do livro Walter Smetak, o alquimista dos sons, editora Perspectiva/SESC, publicado em 2008 e participa com capítulo no livro O Ofício do Compositor Hoje, pela Editora Perspectiva, com organização de Livio Tragnteberg e do livro o livro Cem anos de Música no Brasil, 1912-2012, organizado por João Marcos Coelho.

 

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